Programa de bem-estar psíquico para altas lideranças
Psicanalistas com experiência prévia como empresários e executivos. Pesquisa-diagnóstica e orientação psicanalítica junto às lideranças, para construir ambientes internos psiquicamente seguros — em termos de cultura, gestão e relações. Desde 2012.
O ambiente externo nunca foi tão instável.
Sob angústia, as pessoas tendem a ser governadas por suas partes mais primitivas e inconscientes. O adoecimento é um efeito previsível dessa dinâmica — e os programas convencionais de saúde mental raramente alcançam três dimensões com peso determinante sobre o bem-estar nas organizações.
Cultura e modelo de liderança regulam comportamentos e relações, mas costumam ficar fora do mapeamento dos fatores que geram sofrimento.
As altas lideranças raramente são incluídas nesses programas — exatamente o grupo com maior poder de influenciar o bem-estar de toda a organização.
Quando as motivações inconscientes não são consideradas, padrões antigos se repetem — mesmo diante de intenção genuína de mudança.
70%
da variância no engajamento das equipes é determinada pelo gestor direto — Gallup, 183.000 unidades de negócios em 90 países.
546 mil
afastamentos por transtornos mentais no Brasil em 2025 — alta de 15% sobre o ano anterior.
R$ 200 bi/ano
é o custo estimado do presenteísmo para as empresas brasileiras.
Princípio-guia
Bem-estar psíquico do C-Level promove saúde mental do todo.
Um líder contribui mais para a integração, a satisfação e o desempenho de suas equipes quando desenvolve um trabalho mais profundo sobre si mesmo. Por isso, começamos por cima.
Desenvolvida com base no instrumental teórico-clínico da psicanálise, a pesquisa-diagnóstica «Meu bem-estar com o trabalho» mapeia a percepção dos colaboradores em relação a seis impulsores — os operadores psíquicos centrais da vida organizacional. Quando ativos, sustentam confiança e cooperação; quando comprometidos, produzem comportamentos regressivos que travam projetos, esgotam equipes e adoecem pessoas.
A identificação com os valores e o propósito da organização é um processo psíquico profundo — um investimento afetivo genuíno em torno de um ideal comum.
O psiquismo humano precisa de horizonte para funcionar. Contratos claros, papéis definidos e expectativas nomeadas estabilizam a experiência no trabalho.
Pertencer é ter um lugar psiquicamente habitável na organização: um papel reconhecido como próprio e tarefas compatíveis com as capacidades.
Quando há reciprocidade e corresponsabilidade genuínas, as pessoas cooperam de forma madura — reconhecendo o outro como parceiro.
O trabalho sustenta o esforço quando ele deixa marcas — em resultados, em aprendizado, em transformação.
Ser reconhecido nas próprias contribuições é uma necessidade psíquica estrutural — não uma demanda de vaidade.
A cada impulsor corresponde uma competência psíquica — um recurso do aparelho psíquico que se desenvolve na relação com o ambiente e determina a qualidade com que cada líder sustenta a tensão entre o que deseja e o que é possível. É o que se mobiliza quando o impulsor encontra seus limites.
A pesquisa é aplicada na modalidade quali-quanti, por plataforma online própria, junto a líderes e não líderes. As respostas abertas são sintetizadas com apoio de IA — sob supervisão clínica — em percentuais e frases-síntese que expressam a voz de cada grupo.
Relatório · importância por dimensão (0–5)
Dados ilustrativos
O trabalho da Clínica Corporativa não é um programa de conformidade com a NR-1.
É um processo de orientação psicanalítica dirigido às altas lideranças — o público que, ao desenvolver um olhar mais aprofundado sobre si e suas relações, torna-se mais apto a sustentar ambientes psiquicamente saudáveis. Assim, contribui para que as iniciativas exigidas pela norma (Portaria MTE nº 1.419/2024, fiscalizações desde maio de 2026) encontrem, na liderança, as condições subjetivas necessárias para funcionar de verdade.
3 semanas
Pré-work
6 semanas
Realização da pesquisa
3 semanas
Análise, relatório e apresentação
12 semanas
prazo total estimado
Referência de retorno: para cada R$ 1 investido em programas estruturados de saúde mental, a OMS — corroborada pela Deloitte — aponta cerca de R$ 4 em produtividade recuperada; no Brasil, empresas com programas estruturados relatam ROI de até 8 vezes.

Quinze anos de método decantados em um «documentário literário»: o leitor acompanha os bastidores clínicos e empresariais da Clínica Corporativa, com «interfácios» de Pablo Castanho, professor livre-docente da USP. Em breve nas livrarias.
Conhecer o projeto do livroHamilton Frediani de Faria Corrêa · Fundador
Concebeu e fundou a Clínica Corporativa na convergência entre sua trajetória como empresário e sua formação como psicanalista. Administrador de empresas com especialização em planejamento estratégico de marketing e comunicação, e em cinema documentário pelo CPDOC da FGV. Psicanalista formado pelo Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP), onde é professor do curso de formação há cerca de 15 anos.
A metodologia e quem a aplica precisam ser neutros e livres de conflitos hierárquicos. Se faz sentido para a sua organização, deixe uma mensagem — retornamos para agendar uma conversa.